HISTÓRIA
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GRANDE HISTORIA UNIVERSAL - O PRINCIPIO DA CIVILIZACAO
R$39,90A presnte obra, composta de 18 volumes, trata amplamente a História da Humanidade, desde a sua origem até os dias atuais.Além das tradicionais apresentações cronológicas dos acontecimentos históricos, esta obra destaca o progresso dos povos e das culturas nas suas relações sociais e econômicas; e descreve o avanço do intelecto humano nas áreas da ciência, da atividade artística e da religião. -
CONTRABANDO DE ESCRAVOS
R$19,90Contrabando de escravos é uma reflexão crítica sobre os processos e mecanismos de relações existentes entre as autoridades corruptas e os compradores de escravos, no extremo Sul do Brasil, no período após a proibição do tráfico de cativos africanos. Transportados até a Bahia, recebiam documentos falsos como se fossem nascidos no Brasil e designados para serem vendidos em Montevidéu. O navio contrabandista aportava em S. José do Norte ou no porto de Rio Grande, onde a "mercadoria", com uma nova documentação era vendida para as demais províncias brasileiras, Uruguai, Argentina e Paraguai. -
E SE ANNE TIVESSE SOBREVIVIDO?
R$42,90Mas o que teria acontecido se a menina símbolo do Holocausto tivesse sobrevivido ao mesmo? Será que conseguiria superar os traumas do passado e nalmente tornar-se escritora, como sempre quisera? Neste livro, Annelies Frank retrata seu cotidiano doze anos após ter sido liberta do campo de concentração de Bergen-Belsen, relembrando momentos de sua vida por anos ignorados e nos apresentando uma linda, dramática e romântica história que tanto gostaríamos que ela, de fato, tivesse vivido. -
O nome da rosa
R$109,90Umberto Eco nasceu em Alexandria em 1932. Filósofo, medievalista, semiólogo, midiólogo, estreou na ficção em 1980 com O nome da rosa (Prêmio Strega 1981), seguido por O pêndulo de Foucault (1988), A ilha do dia anterior (1994), Baudolino (2000), A misteriosa chama da rainha Loana (2004), O cemitério de Praga (2010) e Número zero (2015). Dentre seus trabalhos de filosofia, crítica literária e semiótica, destacam-se Tratado geral de semiótica (1975), Os limites da interpretação (1990), Kant e o ornitorrinco (1997), Da árvore ao labirinto: estudos históricos sobre o signo e a interpretação (2007), Não contem com o fim do livro, com Jean-Claude Carrière (2009), Construir o inimigo e outros escritos ocasionais (2011) e Scritti sul pensiero medievale [Escritos sobre o pensamento medieval] (2012). Em 2004 publicou o volume ilustrado História da beleza, seguido em 2007 por História da feiura, em 2009 por A vertigem das listas e em 2013 por História das terras e lugares lendários. Reconhecido como um dos mais importantes escritores e pensadores do século XX, grande parte de sua obra se encontra publicada no Brasil pela Editora Record. O autor morreu em 2016.
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O menino que desenhou Auschwitz
R$73,90Thomas Geve nasceu na Alemanha em outubro de 1929. Com a intensificação da perseguição nazista, sua família enfrentou perigos e privações, mudando-se com frequência. O pai de Thomas fugiu para a Inglaterra, as escolas para crianças judias fecharam e Thomas foi trabalhar em um cemitério.
Posteriormente, ele e sua mãe foram deportados para Auschwitz- Birkenau em junho de 1943. Contra todas as probabilidades, Thomas sobreviveu e foi libertado em abril de 1945. Nunca mais viu sua mãe.
Após um período de recuperação na Suíça, ele e seu pai se reencontraram em Londres, onde completou seus estudos e se formou em engenharia civil. Em 1950, Thomas estabeleceu-se em Israel, onde formou uma família e agora vive pacificamente, aposentado.
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Em novembro de 1945, cheguei a Londres, carregando em minha mala um álbum de desenhos, meu testemunho silente dos 22 meses de vida e sobrevivência em 3 campos de concentração.
O álbum destinava-se ao meu querido pai, Erich, a quem não via há 6 longos anos de guerra.
Um ano depois, fui contatado por um jornalista jovem e entusiasmado. Ele ficou sabendo de mim e de meus desenhos e acreditava na importância de revelá-los ao mundo. Então, instigou-me a colocar meus desenhos em palavras, e foi o que fiz. A escrita me permitiu acrescentar outra camada de expressão aos fatos e às cenas que desenhara. As palavras suscitaram memórias, experiências, pensamentos, medos, consolações e vitórias, todas partícipes de uma vida durante difíceis anos de guerra. Também permitiram que eu falasse sobre as diversas pessoas que vim a conhecer.
A variedade de interação e reação humanas — do desespero à esperança, do derrotismo à coragem, da crueldade à bondade — estava toda lá, e todos foram afetados. Acima de tudo, essas histórias deram voz aos meus camaradas que não conseguiram ver o dia de sua libertação. Meu mundo também foi o deles. Minhas palavras deram vida eterna a suas personalidades e seus sonhos, que pereceram de modo tão injusto e antecipado. Lá em 1946, o mundo não estava pronto para ouvir… — da Introdução
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