LIVROS NOVOS
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Clássicos em Quebra-Cabeças: João e o Pé de Feijão
R$24,90Clássicos em Quebra-Cabeças: João e o Pé de Feijão -
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Corpo fala
R$80,90Primeira Parte – Princípios Capítulo 1 – Convite a um passeio, 13 Capítulo 2 – Os símbolos, 23 Capítulo 3 – Perceber em vez de olhar, 39 Capítulo 4 – Análise de um sorriso, 45 Capítulo 5 – Harmonia e desarmonia, 53 Capítulo 6 – Comportamento interpessoal, 61 Capítulo 7 – Origens antigas dos gestos de hoje, 69 Capítulo 8 – Intermezzo 1, 79 Capítulo 9 – Quatro princípios básicos, 85 Capítulo 10 – A energia no corpo humano, 93 Capítulo 11 – Intermezzo 2, 105 Segunda Parte – Aplicações práticas Capítulo 12 – Vocabulário prático, 119 Capítulo 13 – O amor e sua expressão corporal, 191 1 – As mensagens individuais, 191 Capítulo 14 – O amor e sua expressão corporal, 203 2 – A troca energética, 203 Capítulo 15 – Fronteiras invisíveis, 219 Capítulo 16 – Podemos dominar a linguagem do nosso corpo?, 245 Capítulo 17 – Métodos de modificação psicossomática do homem, 261 Conclusão – A unidade do Ser, 275 Índice dos semantemas, 278 Índice analítico, 279 -
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O caminho do Xamã
R$89,90*Introdução exclusiva de Léo Artese
*Conteúdo extra
*Atividades práticas
Livro mais importante do xamanismo moderno, esse estudo de Michael Harner – pioneiro da área – explica, de maneira acessível e clara, os princípios da religião xamânica. Fonte antiquíssima de poder e cura, o xamanismo mostra que nossa conexão com a natureza vai muito além de aspectos biológicos, ela é também fonte de poder e cura. Nesse livro, os leitores encontrarão um manual para entender as origens do xamanismo e as formas como podemos utilizar e respeitar seu poder nos dias atuais.
“Fascinante. Harner realmente sabe do que está falando.” — Carlos Castaneda
“Michael Harner é considerado o grande pioneiro do renascimento xamânico. Seu legado será eternizado por todos nós, estudantes e praticantes de xamanismo. Ele tornou o xamanismo acessível para aqueles que sentiram ‘o chamado’ e forneceu ferramentas criadas a partir de seu estudo com diferentes tradições indígenas.” — Léo Artese -
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